Moira guia as crianças até a última sala do Museu, onde um silêncio solene paira no ar. A porta, marcada apenas pela palavra Ancestralidade, parece conter mais perguntas do que respostas. O que poderia estar guardado ali? Um tesouro perdido? Um artefato sagrado? As crianças mal podem conter a empolgação.
Moira fala que a ancestralidade não é um fio cortado, mas um rio subterrâneo, fluindo em veias, em gestos, em sonhos.
Vamos descobrir juntos o que há nesta última sala?