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Há momentos em que a vida nos coloca diante de gigantes: medos, paralisias, situações que parecem maiores do que nossas forças. Nessas horas, o coração oscila entre confiar nas próprias armas ou aprender a descansar em Deus, mesmo quando tudo parece desproporcional.

Hoje, na quarta-feira da segunda semana do Tempo Comum, celebramos a memória de Santa Inês, Virgem e Mártir. A Palavra nos apresenta Davi diante de Golias e Jesus diante da dureza dos corações. As leituras nos conduzem da confiança radical em Deus à compaixão que salva vidas, revelando que a verdadeira força não está na espada, mas na fé que se traduz em misericórdia.

A primeira leitura nos mostra Davi, pequeno aos olhos humanos, mas sustentado por uma memória viva da fidelidade de Deus. O Salmo revela uma intimidade profunda: Deus como rochedo, refúgio e libertador. No Evangelho, Jesus enfrenta o legalismo e escolhe a vida, curando no sábado e restaurando o que estava paralisado.

A fé autêntica nunca é passiva. Ela nasce da confiança, cresce na intimidade com Deus e se manifesta em gestos concretos de compaixão, capazes de libertar e devolver vida onde havia medo e rigidez.

→ Três movimentos espirituais

– Confiar mais em Deus do que nas próprias forças

– Alimentar a coragem com a memória da fidelidade divina

– Transformar fé em compaixão que salva

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Paz e bem!

📖 Por Harlei Noro | Liturgia diária com apoio AI.