O tema examina a dificuldade humana em perdoar, contrastando-a com a facilidade com que Jesus perdoou transgressões maiores, e atribui essa dificuldade ao orgulho e à sensibilidade a pequenas ofensas. Enfatiza que, embora busquemos perdão divino, relutamos em estendê-lo aos outros, sugerindo a introspecção sobre nossas próprias falhas como um caminho para diminuir a vaidade ferida. Para ofensas mais sérias, o assunto propõe a compaixão pelo ofensor, comparando-o a alguém que prejudica a si mesmo, e define o esquecimento de uma injúria não como amnésia, mas como a libertação de emoções negativas e o desejo de bem para o outro.
✺ Fonte ✺
Conteúdo baseado no Espiritismo Cristão.
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