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No primeiro episódio do ano, o convite é claro: olhar para 2026 como quem confere a previsão do tempo antes de viajar. Não para prever o futuro, mas para entender que tipo de clima pode surgir pelo caminho e o que vale a pena levar na mala: preparo, método, flexibilidade e um plano B.

A conversa se constrói a partir de metáforas do cotidiano e de uma história real de estrada — uma viagem para Paraty em que o caminho virou barro, risco e pouca visibilidade — que se transforma em lição prática: às vezes, caminhar junto faz toda a diferença.

O episódio também observa o calendário brasileiro que marca o ano — Carnaval, Copa do Mundo e eleições — e os movimentos sociais que eles revelam: momentos de união e momentos de divisão. A partir daí, o recorte se volta para o trabalho, entendido como parte da vida, e para aquilo que oferece algum grau de confiabilidade em tempos incertos: os relatórios globais de tendências.

Com base nos estudos da Udemy, da ManpowerGroup e do Fórum Econômico Mundial, o episódio destaca as habilidades que ganham centralidade em 2026 e apresenta dois caminhos possíveis: upskilling, evoluir na estrada em que já se está, ou reskilling, escolher uma nova rota. Em meio a esse mapa de competências, surge uma sacada importante: a negociação não desaparece — ela muda de lugar e passa a ser reconhecida como uma metacompetência humana, a gramática invisível das decisões, das relações e da liderança em contextos complexos.

Este episódio é um convite para começar o ano com menos pressa e mais lucidez: ter metas, sim, mas também preparo para as intempéries. Porque o vento pode mudar — e a sabedoria está menos em controlar o tempo e mais em conduzir a travessia com consciência.