A cultura da felicidade contínua transformou a tristeza em fracasso pessoal. Albert Camus propõe outra leitura: a infelicidade não é humilhante, é parte da própria vida. Ao refletir sobre corpo, vazio, ordem e liberdade, ele revela como muitas das nossas dores não vêm do sofrimento em si, mas das prisões que criamos para evitá-lo.
Esta reflexão também se desdobra em texto, para quem prefere acompanhar o pensamento pela leitura.
Albert Camus — Carnets Tome 3: Mars 1951 – Décembre 1959
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