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O povo brasileiro está nas ruas. Milhares de manifestantes estão ganhando as ruas em defesa da democracia e contra a escalada fascista no Brasil. As torcidas organizadas do país todo, unidas têm levantado suas bandeiras e punhos em defesa da democracia e contra a escalada fascista no Brasil. Os movimentos negros e as pessoas indignadas com o racismo, a violência e os recentes assassinatos e abusos cometidos pela polícia Brasil à fora, também estão ocupando as ruas. Por outro lado, o número de apoiadores de Bolsonaro, pelo fechamento do Congresso Nacional e do STF, defensores do regime militar e do horroroso AI5 estão deixando as ruas, principalmente a Praça dos Três Poderes, em Brasília. Alguns desses, saíram da frente do Palácio do Planalto para invadir hospitais, seguindo a orientação feita em live por Bolsonaro, criando verdadeira situação de pânico. Como se já bastasse a rotina de caos dos profissionais da saúde por conta da pandemia. E, também, a falta de consciência tem levado um número insano de pessoas às ruas, as zonas de comércio popular, aos shopping centers, as praias e em muitas cidades a bares e festas superlotadas, ignorando o pior momento da pandemia no país. No exato momento em que as contaminações diárias ultrapassam a marca de 20 mil pessoas e as mortes mais de 1.000 todos os dias. Existem, também, outras 130 mil pessoas nas ruas do Brasil. São aqueles em que estar nas ruas não é uma opção ou um ato cívico e sim uma condição. Somente na cidade de São Paulo são mais 33 mil pessoas em situação de rua. 10% ou seja, mais de três mil delas com mais de 60 anos. 70% delas são migrantes. E nesse cortejo de desafortunados estima-se que o Brasil tenha cerca de 40 mil pessoas em situação de refugiados e/ou expatriados. 21 mil são venezuelanos. Segundo organizações sociais parte considerável dessas pessoas vivem em situação de rua. Para tratarmos desses assuntos eu, Vanderlei Vieira e Cristiano Pierobon, desfalcados do nosso meia de ligação, Juliano Chagas, recebemos o Assistente Social e coordenador do Centro POP, de Jundiaí, João Guilherme Oliveira, neste “Por uma vida menos ordinária” #22.  Sugestões do episódio:   Livro - O cidadão de papel: https://amzn.to/3hzbLdM Livro - A sutil arte de ligar o f*da-se: https://amzn.to/2YHnaj2 Álbum - IRA: https://spoti.fi/2AKF8t1 YOUTUBE. - Quinteto Armorial Do Romance ao Galope Nordestino: https://bit.ly/2UTuGq9