Samuel P Huntington - Dead Souls: Desnacionalização da Elite Americana.
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Link do artigo: https://nationalinterest.org/article/dead-souls-the-denationalization-of-the-american-elite-620
Resumo:
* Os debates sobre identidade nacional são uma característica generalizada de nosso tempo. Em parte, elas levantam questões retóricas, mas também têm profundas causas para a sociedade americana e a política americana em casa e no exterior. Diferentes percepções - entre especialmente os cidadãos e como elites mais cosmopolitas - do que constitui uma identidade nacional, geram diferentes prioridades políticas.
* Na América Temos cerca de 90 a 94% de patriotas, pessoas mais vinculadas a identidade nacional, porém uma elite de aproximadamente 6 a 5% de pessoas menos afeitas a sua própria nação, onde se aproveitam os negócios de grandes multinacionais e acadêmicos mais liberais (liberal no sentido americano).
* Das abordagens Transnacionais podemos considerar no mínimo três, segundo visão de Huntington:
a) Universalista = Nacionalismo Imperialista
b) Econômica = Hiperglobalização
c) Moral = Cosmopolita, condena o Patriotismo, o nacionalismo e o fundamentalismo de mercado (neoliberalismo)
* Também consideramos aqui três conceitos amplos dos EUA frente a sua relação com o mundo:
a) Remodelar outras culturas com os valores americanos (muitos chama isso de imperialismo cultural). A América modela o mundo.
b) Se esforçar para manter a cultura americana distinta da outros povos. Uma admissão do nacionalismo, em relação ao caráter econômico global.
c) Abrir seu país para outros povos e culturas (multiculturalismo ou valores cosmopolitas). Uma sociedade aberta mais identificada com instituições do que a nacionalidade. O mundo modela a América.