A sexta-feira agitadíssima no contexto político do Rio de Janeiro, com o afastamento do governador Wilson Witzel (PSC), prisão do cacique evangélico de seu partido e o espetáculo da denúncia contra uma “organização criminosa” comandada pelo próprio mandatário provoca implicações que vão além do território fluminense. Afinal, a quem interessa elevar a temperatura e explorar a suposta corrupção do ex-juiz, sua primeira-dama, assessores e empresários aliados? Segundo quem acusa, o da “cabecinha” teria desviado recursos públicos destinados originalmente para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Ele teria feito o que muitos gestores também estão sendo acusados de terem feito. Neste #RedaçãoJC os cronistas Adriano Garcia, Claudio Porto e Jonas Carreira agregam elementos aos recentes desdobramentos políticos no RJ com (muitos) reflexos na vida pública do País.