Quero contar este conto que tem muito a ver com histórias orais de minha infância, na cidade Baixa, na Ilhota e na Rua Dr. Sebastião Leão, que em toda a minha ficção aparece com o título de A Rua dos Chalés; eu nasci num deles e fiquei, era casa de meus pais, até meu casamento, quando tinha 25 anos de idade. À frente da Rua dos Chalés havia um frondoso mato de eucaliptos, que, por ser algo próprio para mim e à narração africana vivida nos muitos anos que andei pelo Continente africano, está sempre escrito com letra maiúscula, meu nome próprio: Mato.