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A era do Pix também motiva a atuação de cibercriminosos! Um estudo realizado pela empresa de segurança Kaspersky na América Latina mostra o Brasil no topo do ranking de ataques de malwares, vírus criados para violar computadores ou celulares. Um dos alvos principais do momento são as movimentações feitas por Pix. Trata-se de um efeito colateral do sucesso da ferramenta. Os golpes envolvendo o Pix contam com o elo mais fraco da operação: o próprio consumidor. Na maioria dos casos, a vulnerabilidade do sistema é a ponta da operação. O principal mecanismo que prejudica as vítimas é a chamada “engenharia social”, que consiste em persuadir o usuário a compartilhar dados pessoais e informações bancárias. Nesta tática, a vítima é levada a fazer um Pix achando que está pagando por um produto ou serviço, por exemplo. Promoções falsas levam as vítimas a clicarem também em links falsos de sites e lojas. Em entrevista à CBN Vitória, o delegado titular da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Cibernéticos, Brenno Andrade, fala sobre o assunto.