Nas últimas semanas, Amazon, IBM e Microsoft anunciaram que vão parar de vender softwares de identificação facial para a polícia dos Estados Unidos. O movimento voltou a chamar atenção para a fome com quê órgãos de segurança de todo mundo abraçam tecnologias de vigilância. E também sobre como há pouca clareza na forma com elas são empregadas e nos resultados concretos que propiciam.
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