Poucas coisas são tão curativas quanto estarmos completamente rendidos diante da mais pura aceitação de nós mesmos, enquanto trabalhamos o autoconhecimento, desenvolvemo-nos espiritualmente e construímos aquela melhor versão de nós que, hoje, ainda não é.
Aceitação não é passividade.
Aceitação é estar vivo, ativo mas, antes de tudo, com a vontade pousada na paz.