O trecho de Lucas 10:38-42 é um texto autoexplicativo, mas mesmo assim é possível evoluir na meditação do mesmo.
A história é carregada de uma essência que nem sempre compreendemos. A impressão que temos é que somos tomados por uma angústia, uma inquietação, uma insatisfação com a jornada, com o trajeto, como que somente o chegar no destino é o que importa; parece que só então descansaremos ou usufruiremos das benesses que estão disponíveis.
O mundo nos impulsiona a chegar lá... mas a grande pergunta é: lá onde? Qual é o nosso objetivo?
No trajeto temos a companhia de quem amamos, há necessidades a serem atendidas, há oportunidades únicas e especiais de convivência, mas parece que somente no destino tudo isso poderá ser atendido ou apreciado.
Maria escolheu a melhor parte e Jesus garantiu de que isso não lhe seria tirado.
Somos viciados na busca pelo destino, sem saber que destino é esse. Somos viciados em holofotes, escravos de aplausos. Nosso único destino que realmente importa deve estar fundamentado em Deus.
A jornada é que nos faz melhores, não é o destino!
Curta a jornada e não fique obstinado pelo destino!