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Em Lucas 22:39 vemos Jesus indo ao Getsêmani para orar e suou sangue.

No texto, vemos como Deus revela Seus planos para nós, sobre um lugar especial e o poder da oração,

além das dores da alma que Cristo estava sentindo.

Naquele momento, Jesus estava com uma decisão, ele que é Santo: largar a pureza que tinha com o Pai ou

ficar com o amor pela humanidade, com a santidade ou com o amor.

No primeiro Jardim o Homem escolheu a sua vontade, no segundo, Jesus abre mão da Sua vontade, por

todos nós!

E hoje em dia vemos uma teologia querendo colocar o Homem no centro das suas decisões, tal como era

em Atenas, na Grécia, quando se observa 3 tipos de adoração:

- Deus como um ‘vovô bonachão’, que está apenas ‘torcendo’ por nós e nos perdoando por qualquer coisa,

o Deus ‘queridão’;

- Deus do conceito do Deísmo, que é um Deus grandioso e que criou tudo, mas que depois deixou toda a

criação e não se importou mais – um Deus que está muito longe;

- Deus da troca, onde ofertamos algo e esperamos uma retribuição.

Porém, Paulo, em Atos 17, nos instrui que Deus não está em templos, não precisa de intermediários, não é

servido por ninguém, não precisa de nada, mas sim nós que precisamos dEle!

Deus é sim um Deus de pacto e de aliança!

E pacto não tem a ver com amor, tem a ver com uma palavra empenhada em algo!

Mas o amor virá quando mantivermos o pacto.

O que Jesus passou no Getsêmani foi em favor da Nova Aliança!

São várias as alianças na Bíblia, entre elas a de Abraão com Deus, em Genesis 15, onde o vemos pedindo a

Ele um sinal da aliança proposta, e Deus fez então, um pacto com Abraão!

Contudo, a nossa aliança foi feita por Jesus, naquele jardim e sendo Ele um cordeiro.

Esta é a aliança que Deus fez conosco. Não a despreze!