Do outro lado da ponte, vivia uma moça de sorriso encantador, um sorriso que, para ele, parecia iluminar as manhãs e acalmar os ventos ao fim do dia. Todos os dias, ao atravessar a velha ponte de madeira que ligava as duas margens do rio, ele se permitia sonhar. Sabia que, a poucos passos dali, do outro lado, estava o seu maior desejo: vê-la.