"As estatísticas da atual pandemia parecem transformar vidas em números, anestesiando as pessoas, principalmente aquelas que minimizam a gravidade da nova doença." É o que afirma o professor Paulo Evangelista, do Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Entrevista: Jefferson Machado