Manhã se faz, com um foco de luz entre meus olhos.
Levanto-me, para descer a terra de que um dia saí, apegando-me ao cabo da boa esperança.
Cabo este que me puxa para fora, me cinge sem demora, a amarra opressora do deserto horizonte.
Os sonhos que lá haviam,se foram e as esperanças de lá partiram, por entre meus dedos como areia, se esvairam.
Exilado em terra estranha, preso do lado de cá do rio, clamo a você que se lembre, no lugar de quem parece ter se esquecido.
De mim Ele se lembrou, fez um sonho surgir, nesta agora urgência tem eles por mim preferência, o horizonte não demora a se colorir.
Novamente recheado, de planos e sonhos que ora quebrados, o amor entre os irmãos uma vez mais restaurado, grilhão de escravo pra sempre quebrado.
Sonhe, sonhe de verdade, acompanhado sempre do que torna os sonhos em realidade, uma vez por Ele lembrado há certeza da real felicidade.