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Raymond Kurzweil é um inventor e futurista dos Estados Unidos. Pioneiro nos campos de reconhecimento ótico de caracteres, síntese de voz, reconhecimento de fala e teclados eletrônicos. Em sua entrevista para o Jornalista Jorge Pontual, Kurzweil faz referência ao crescimento exponencial das interfaces homem-máquina, à medida em que, a cada ano, as características que outrora distinguiam o homem e a máquina se fundem, tornando o Homem a própria Máquina, enfim. Será que esse seria o desejo Humano: fundir-se com as máquinas?

Na atualidade, a tecnologia que tornará isso possível ainda encontra-se em uma “pré-história” tecnológica, como me referi em meu livro: “Mecanismos tecnológicos por trás da História e da Arte” que poderá ser encontrado na plataforma da Amazon. Retornando à ideia de Kurzweil, tal tecnologia hoje encontra-se limitada. Porém o cientista prevê  que daqui a 10 anos a realidade será remodelada e cada vez mais virtual. Assim como utilizamos ferramentas para expandir nossa capacidade física e aprimorarmos nossas atividades do dia a dia, com o desenvolvimento artificial das qualidades humanas, futuramente poderá ser dispensável a maioria dos serviços que dispõe de atividades repetitivas.  E o fato que me chamou mais atenção e poderei traçar um paralelo com a Pesquisa de Andersen é o fato de ambos utilizarem do termo “poder da mente”, o qual poderia resumir na expressão “Máquina da intenção” que é justamente a junção de dois conjuntos outrora muito bem segmentados: o “homem” e a “máquina”, antes bem seguimentos pela física clássica, encontram um novo ponto “ a Singularidade”, através do qual irromperá novos ramos do  tronco científico já estabelecido.

O desenvolvimento de interfaces cada vez menos perceptíveis através do uso da  nanotecnologia, possibilitam que restrições genuinamente humanas, como limitações físicas, possam ser sanadas com o  uso da tecnologia. Por meio de estudos, o neurocientista americano e professor de neurociência Richard Andersen, provou em 2013 que seria possível manipular o cerébro através de uma “interface cérebro-máquina” que capta a intenção do cérebro do usuário e consegue transmiti-la através de um apêndice  eletromecânico atuando na execução de um comando para a realidade física.

A implantação de eletrodos no cérebro que captam pensamentos e transmitem informação, que serão convertidas em em impulsos elétricos e atuadas por apêndices eletromecânicos,l por si só já comprova ser inevitável a virtualização da condição humana. Turing sugeriu um teste no qual máquinas e humanos competiriam com argumentos à condição de serem caracterizados como “humanos”. Atualmente, para ter acesso a uma plataforma digital, realizar login e efetuar pagamentos,  é necessário comprovação, ‘teste’ , recaptcha,  que é similar ao teste de Turing, só que neste o juiz é a máquina que ao mesmo tempo que distingue, aprende.

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