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Vai pro quarto e me espera lá” ou “Quando chegar em casa, a gente conversa”. Quem ouviu uma dessas frases quando era pequeno sabe muito bem o que geralmente acontecia no momento da tal “conversa”: palmadas, surras de cinto e muitos outros objetos.

Só quem sofreu castigos físicos na infância e na adolescência sabe o quanto eles doem não apenas fisicamente, mas também emocionalmente, podendo até mesmo destruir uma estrutura psicológica em formação.

Em 2021, a revista The Lancet publicou uma revisão de 69 estudos feitos em vários países – Estados Unidos, Canadá, China, Colômbia, Grécia, Japão, Suíça, Turquia e na Inglaterra – mostraram que não há clara evidência de que castigo físico melhore o comportamento das crianças, além de aumentar os níveis de “agressividade, comportamento antissocial e disruptivo na escola” entre aqueles que apanham.

Apesar dos estudos, o castigo físico ainda era bastante comum no Brasil até pouco tempo atrás. Uma pesquisa de 2010 mostrou 54% dos pais brasileiros eram contra a aprovação da lei que proibiu castigos físicos. Somente 36% eram contrários a bater nos filhos.

Por que isso continua acontecendo, então? Vamos entender, bem como explorar as consequências para as crianças que sofreram esse abuso durante o seu crescimento.