Os meios de comunicação ocupam espaço central na formação de valores, ideias e opiniões, justamente por colaborarem na difusão de informações e conhecimentos, em especial aqueles que foram invisibilizados ao longo da história.
.
Contudo, ao veicular informações, muitos meios de comunicação equivocam-se na estratégia utilizada e, ao invés de ampliar o debate sobre o assunto, acaba por estereotipá-lo, reproduzindo preconceitos e vulnerabilizando ainda mais alguns segmentos sociais. Um exemplo é a prática da transfobia, bem como a repercussão dessa conduta criminosa, ao naturalizar comportamentos transfóbicos, seja pela veiculação de desinformação, seja por comentários jocosos que depreciam e/ ou ridicularizam corpas de pessoas trans e travestis. Ou ainda pela inversão do conteúdo pela forma, adotando uma estratégia sútil de valorizar o pitoresco descontextualizando o tema ao apelar para o sensacionalismo.
.
O assunto é complexo e exige de nós uma postura vigilante e crítica.
.
Para falar a transfobia na mídia brasileira, conversaremos com Raíssa Éris Grimm Cabral, que é poeta, lésbica e não-monogâmica. Pesquisa conexões entre groove e palavra através do violão e do contrabaixo elétrico. Psicoterapeuta, graduada, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Ex-integrante do núcleo de pesquisa "Margens - modos de vida, família e relações de gênero". Autora do livro "Sapa profana", publicado em 2018 pela padê editorial.
.
A moderadora dessa conversa será Bruna Porto, Presidenta da Associação Mulheres na Comunicação.
.
A livecast “A Transfobia Cotidiana da Mídia Brasileira” será transmitida nesta 6ª feira, dia 21/07/2023, às 19h00, no canal do Youtube “Mulheres na Comunicação”. Participe! Aproveite e se inscreva no nosso canal do Youtube, “Mulheres na Comunicação” contribua com a comunicação popular. Acompanhe nossas redes sociais no @mulheresnacomunicacao.
.
O conteúdo dessa live será retransmitido em nossa rádio web “Mulheres na Comunicação”, disponível no site - www.mulheresnacomunicacao.com ou no aplicativo Rádios Net, bem como nas principais plataformas de streaming de áudio, no canal “Mulheres na Comunicação”.
.
#transfobia