Fevereiro fez-nos parar para pensar e gerir de forma mais séria as nossas energias (Marte em Touro). Houve humildade da gestão, morte nas notícias e batalhas vincadas de energias pelo ar: de um lado as infecciosas e velhas e do outro as novas, acutilantes, racionais, cartesianas- foi a quadratura de Saturno- Urano que nos fez pensar, a forceps, que heranças deveríamos deixar para trás e o que fazia sentido levar connosco. A repetição de procedimentos e resultados pesa agora mais do que nunca.
Março trará sede, sol e precipício com a Primavera. Haverá rapidez do desenrolar das acções (começa com um sextil de vénuscom Urano). Existe sede de novidade e de recuperar "tempo perdido" como se o que tivesse sido fosse o ideal. Teremos idealismo, conexão, intuição e nostalgia em níveis elevados mas nem por isso inércia (a regeneração está fortemente presente com Plutão em muitos aspectos ao longo do mês). Pelo contrário, a impaciência sente-se no ar, principalmente no fim de Março com uma oposição entre o Sol já em Carneiro e uma Lua cheia em Balança no dia 28. Queremos avançar custe o que custar, ou assim o sentimos como colectivo. As posições pedem-nos cautela, paciência e evitarmos acima de tudo conclusões precipitadas.
O Amor será vibrante e o sentimento colectivo é junto ao osso e à raíz da necessidade: tornar o nevoeiro místico e sonhador de Peixes em realidade. Afinal, voltamos ao início sob o signo do Fogo.
Agora sim, over n'out