Carmen Faustino, poeta, arte-educadora e mulher preta da periferia Sul de São Paulo, escolheu o livro “Inovação ancestral de Mulheres Negras: Táticas e políticas do cotidiano”. Neste livro coletivo, elas narram a potência existente nas tecnologias criadas pelas mulheres negras como forma de inovação, sobrevivência e resistência. Como diz Carmen, “gozo por rebeldia e pirraça / pois meu prazer você, racista, não mata”.