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Embora a tarefa de combater as mudanças climáticas seja enorme, é relativamente simples de definir. As emissões globais precisam atingir o pico o mais rápido possível e depois cair rapidamente até atingir zero - ou, como o Acordo de Paris coloca, até que haja um "equilíbrio entre emissões antrópicas por fontes e remoções por sumidouros", uma situação às vezes chamada zero líquido.(*)   (*) - OBSERVAÇÃO SOBRE ZERO LÍQUIDO: as emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) não precisam apenas cair pela metade nos próximos dez anos – mas as emissões líquidas precisam zerar até a metade desse século XXI. Conseguiremos chegar a emissões líquidas zero quando todas as emissões de GEE que ainda forem causadas pelo homem alcançarem equilíbrio. Em primeiro lugar, é preciso reduzir ao mais próximo de zero possível todas as emissões causadas pela atividade humana. Depois disso, as emissões de GEE restantes seriam equilibradas com uma quantidade equivalente de remoção de CO2 atingindo a neutralidade climática.