A Heteronormatividade indica quais corpos são mais ou menos aceitos pela sociedade, inclusive entre LGBTs.
É possível que o fato histórico protagonizado pelo governador do RS constranja a homofobia em certos grupos e que chame a atenção para as dinâmicas de ódio homofóbico.
Muitos gays são politicamente conservadores, assim como muitos héteros, no que, aliás, estão em seu pleno direito.
É libertador, pessoalmente, e custoso, politicamente, assumir-se LGBT+ num país governado por um presidente homofóbico, presidente que, aliás, Leite ajudou a eleger junto com outros 29% de LGBT’s.
O país que aceita cada vez mais a homossexualidade (crescimento de 61% a 67% entre 2013 e 2019) é o mesmo país que mais mata travestis e transexuais (alta de 41% em 2020, segundo a ANTRA, sendo a grande maioria negras) e vê índices de violência sexual e física contra mulheres lésbicas invisibilizados.
É por isso que precisamos debater o tema na perspectiva de políticas públicas!
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