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Rita Andrade conta-nos como a música de Roger Waters a levou à Palestina, e como essa viagem a transformou enquanto pessoa e artista, descobrindo o poder da arte e da pintura como forma de resistência pacífica, de intervenção e de questionamento. A nossa convidada fala-nos ainda da importância de ver com os próprios olhos, do seu trabalho nas Honduras, e do que significa para si estar presente na XXIV Bienal de Artes Plásticas, já neste edição da Festa do Avante, com a exposição “A Insustentável Leveza do Poder”.

Foto: Marie Bacelar