Nessa busca constante de termos um olhar empático para o outro, nos deparamos com um grande desafio: é preciso desenvolver o autoconhecimento para entender bem aquilo que me afeta e consequentemente afetará a nossa relação com o outro.
Precisamos nos perguntar quais são os nossos gatilhos emocionais. É muito provável que grande parte deles vêm de experiências da nossa infância. Se conseguimos reconhecê-los, melhor será a nossa relação com as nossas emoções do presente e com as emoções dos nossos filhos.