Quando falamos em empatia, podemos observar que a melhor maneira de não julgarmos as famílias que estamos atendendo é vivenciando as situações. Portando, é crucial que a gente desenvolva a capacidade de reconhecermos as nossas experiências para podermos fazer uma leitura de nós mesmas e a partir daí conseguirmos fazer uma leitura mais empática da experiência do outro.