Primeiro, entender que a própria vida é dom. A primeira atitude diante dela deve ser a gratidão por viver, e por todos os talentos e debidos. O que temos que não recebemos.
Depois, compreender que normalmente o outro não será causa de dor. Pelo contrário, na dor dele está minha cura. O orgulho me faz sofrer, não o outro. O orgulho do outro faz o outro sofrer. Desapegar-me de mim, elevar-me por cima de meu drama pessoal. Não ficar imerso em minha dor me permitirá ir ao encontro do outro para servi-lo e assumir a sua dor. A dor dele não será uma dor mais, será a cura para a minha.