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Temos a arte para não perecer da verdade.

A verdade enquanto um conceito da experiência, um conceito à priori da experiência, com a qual a pessoa iria à experiência.

Jung modifica a proposição de Nietzsche para

Temos o símbolo para ir contra o conceito.

Temos então a arte de simbolizar como forma de relaxar conceitos – morais – há muito tempo estabelecidos.

A literatura é útil para desmontar a rigidez dos conceitos, por exemplo, dos conceitos da psicanálise.

Transformaram a obra de Freud num grande dogma, conceitos rígidos.

Como se a psicanálise fosse à priori da experiência.

O próprio Freud recomenda quando for escutar um paciente dispensar a psicanálise.

Não se deveria ir escutar uma pessoa com conceitos prévios na mente para tentar enquadrar a pessoa.

O Freud flexibilizava bastante a escuta de um ser humano.

Sobre Schreber, escreveu: “não se pode exigir de uma pessoa doente que tenha senso estético ne ético, ele já se encontra perturbado demais, e qualquer coisa que escreva ou fale, o ajudará a se organizar, pelo menos tentar isso”.

Deixa a pessoa esvaziar a loucura dela até recuperar a normalidade.

Freud é também é a usar a arte para flexibilizar a pessoa adoecida por conceitos rígidos, morais.

Temos então a arte para não morrer de conceitos e da moralidade.

Ele define a pulsão é um conceito que provém da experiência, mas ao mesmo tempo ele está submetido à experiência.

Quando se vai à experiência, ela é que irá governar o conceito. O conceito não governa a experiência. É no máximo uma diretiva.

Freud é mais do lado da arte do que da ciência, a psicanálise não seria uma ‘nova ciência’.

Está sendo publicado um livro que questiona o ‘Feminismo’ com o título

A impostura do ‘Feminismo’.

O ‘Feminismo’ tem vindo com conceitos prévios à experiência.

O ‘Feminismo’ toma a violência doméstica prévia à experiência. Não vai investigar as relações em uma vivência doméstica.

Querem que o homem tenha um estilo pacífico de conquistar as coisas.

Como se nesse estilo ‘pacífico’ não houvesse mais maldade ainda.

Acobertar a maldade, a ardilosidade, a dissimulação, para conquistar não é produtor de violência, não gera violência?

É necessário estudar melhor a filosofia de Sacher Masoch, que ficou prejudicada como se fosse a filosofia de uma pessoa doente, uma pessoa que gostava de sofrer.

O domínio que ela exercia sobre ele e que ele aceitava ser subjugado dessa maneira fez depois o Masoch escrever um livro sobre isso, como um alerta.

Só que o alerta de Masoch “cuidado para você não cair no que eu caí” ficou perdida.

Cuidado para você não sofrer por amor!

Mas aí já não precisa ser Masoch. O que mais existe são músicas sobre o tema de sofrer por amor.

As ‘Feministas’ estão querendo plantar a utopia de um amor sem sofrimento.

A impostura do ‘Feminismo’ que quer um mundo sem violência é uma verdadeira aberração.

Mais uma utopia que está sendo um verdadeiro desastre para os casais.