Listen

Description

"A vaidade, insuportável nos homens, era na mulher um pecado tanto pior quanto lhe ficava bem”, ser vaidosa é um pecado que cai bem na mulher, não é feio, é vaidade é um pecado até admirado, quando ela passa rebolando, provocando, com olhares laterais, fazendo aquele sorriso de auto satisfação como objeto desejado, e uma certa ala do “feminismo” tem explorado ao extremo esse fato até no interior do casamento onde o marido desejando a esposa, que se faz desejada, depois diz na cara dele ‘não é não’ causando um sentimento de estranheza, de desejo de dominação, de humilhação do homem, tudo o que ela quer é controlá-lo, submetê-lo, torná-lo seu escravo, como mostrou muito bem Roman Polanski no filme Vênus das peles (2013), baseado na obra de Sacher-Masoch, filósofo do Narcisismo, que mostrou como o Narcisismo da mulher pode se tornar tóxico, doentio, perverso, danoso para qualquer relacionamento quando a mulher percebe que é amada, desejada, que seu marido faz tudo por ela, para promovê-la, estimulá-la ao crescimento, coloca sua esposa engenheira na mesma empresa onde ele trabalha para ter a equidade salarial defendida pela feminista, com o marido concordando, mas como ela pode ser demitida e perder o emprego, então ele coloca lojas para ela, que assim vai se tornando cada vez mais empoderada, motiva sua esposa a recuperar seu antigo desejo de ser artista, agora ela tem tempo para fazer aquilo que desejava quando adolescente, e ela pinta para o marido a Olímpia nua, com o rosto dela, e o marido não percebe que ela estava desde o início do relacionamento quando anunciava “eu fui a prmeira engenheira a entrar na Vale” omitindo ter sido na mesma gerência do seu marido, ela desde o início estava sorrateiramente passando pelo verso do marido, ele “inconsciente” disso, é o “Inconsciente Narcísico” não visto por Freud quando Jung ia penetrando por trás dele transformando as cartas que recebia em livros até que Freud lendo os livros de Jung se deu conta que Jung não era confiável, publicou o grande artigo “O Narcisismo” (1914), mais adiante, em 1924, “O problema econômico do masoquismo”, o amor masculino do homem pela esposa faz com que ele trabalhe como um masoquista promovendo a mulher que no atual feminismo se transforma em sua algoz, pisa, esmaga, com o argumento de que está resgatando a “dívida histórica”, ela está fazendo isso porque na idade média mulheres eram queimadas em fogueiras, então ela precisa se vingar e destruir seu marido como representante do marido histórico e então expulsa o marido do relacionamento publicando “Unbekannt, minha vida com um psicótico”, e, obviamente, quem promoveu a esposa conhece os caminhos da linguagem, é empresário estudioso, volta-se para a literatura e vai encontrar a “Falha Narcísica” de Freud, publica “A Cruel Filosofia do Narcisismo” juntamente com “O Escritor Terrorista”, “A Impostura do ‘Feminismo’”, “Psicanálise em Ato”, e um próximo livro que está para sair, “Machado de Assis – Autor de si mesmo”, seguindo sugestão dada por Freud, diante da loucura, socorrer-se buscando instruir-se pela cultura – e ele mostrou fazendo, quando publicou a “Tragédia da ingratidão”, “não se deve aceitar lisonjas como se fossem dinheiro vivo”, a pessoa trabalha em função de elogios e somente depois vai se dar conta que estava sendo enganado pelo seu próprio Narcisismo e pelo Narcisismo do outro que o usava – Jung já era presidente do Movimento Psicanalítico e Freud seu funcionário!!