"Jamais me olhas lá de onde te vejo. Inversamente, o que eu olho não é jamais o que quero ver. E a relação que e voquei ainda há pouco do pintor e do aficionado é um jogo, um jogo de trompe-l'oeil"
"Você não me olha lá de onde eu te vejo"
Em uma passagem reveladora, Deleuze escreve:
"Quando um médico dá o seu nome a uma doença, trata-se de um ato ao mesmo tempo linguístico e semiológico dos mais importantes, na medida em que se liga um nome próprio a um conjunto de signos, ou faz com que um nome próprio conote signos"
No meio científico, não é visto com bons olhos o próprio cientista dar seu nome ao que descobriu. É um mau sinal.
Quem dá o nome a uma descoberta pelo nome do descobridor, em geral, é a comunidade, como forma de reconhecimento.