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"Doença de ajudar"
Eita.
Forte isso.
Interessante chamar de doença. Nunca havia pensado dessa forma. Mas acho que é isso mesmo.

"Nunca havia pensado dessa forma"

Por isso, a filosofia, por levar a pessoa a pensar de forma que talvez nunca pensaria.

Então a pessoa vai vivendo de forma distraída, as coisas vão acontecendo, pensam que ela está percebendo, quem vê de fora, acha que a pessoa está sabendo, afinal, ela está fazendo aquilo, como poderia estar fazendo, sem estar se dando conta do que está fazendo, aí, lá na frente, ao se sentir traída, 'mas todo mundo via que você estava se dedicando, dando o melhor de si', 'todo mundo podia estar vendo, mas eu não via, não percebia'

Foi o que aconteceu com Freud no relacionamento dele com o Jung, Jung havia se aproximado de Freud com a intenção de aprimorar seu livro "A Psicologia e o Oculto", publicado em 1902, então, em 1906, Jung encontrou com Freud, e ficaram seis anos, até 1912, trocando informações, cartas, de onde Jung tirou material para publicar seu livro "Transformações e Símbolos da Libido" (1911), e Freud, lendo esse livro, "Jung, você está transformando minhas cartas e minhas ideias em teoria sua?", então, Freud descobriu o que significa o Narcisismo, e publicou, em 1914, "O Narcisismo: Uma introdução".

No atual relacionamento humano, no casal, a esposa, previamente orientada pela ideologia feminina, já entra no casamento de caso pensado, e vai procedendo de modo similar ao que procedeu Jung, a feminista atual é orientada a cobrar do marido o que estão chamando "dívida histórica", a mulher, no passado, não podia votar, não podia ter um comércio, não podia ter uma profissão, e a mulher atual está atenta a isso, passa a exigir equidade dentro do casamento, e o marido fica na responsabilidade de dar a ela condições de ter renda equivalente à dele.

Depois, empoderada, ela pode então encontrar algum motivo para dizer que ele é machista e se separar dele.

Tem sido a estratégia que estão orientando em grupos de feministas.