- E os passageiros que chegarem a Portugal com o comprovante de Vacinação da União Europeia não precisarão mais apresentar um teste negativo para entrar no país. A medida foi anunciada no dia 03 de fevereiro. Para os brasileiros que viajam para o país, ainda é necessário apresentar um teste negativo, além do comprovante de vacina emitido pelo SUS. Ainda não se sabe se os passageiros que estiverem com comprovantes de vacina do Reino Unido e dos Estados Unidos poderão também usufruir da mesma regra da União Europeia. Sendo assim, é recomendado que seja feito o teste para quem estiver em qualquer região do mundo fora da União Europeia e esteja viajando para Portugal.
- E a Primeira Ministra Neozelandesa Jacinda Ardern já divulgou seu plano de reabertura do país para turistas. Por enquanto, apenas cidadãos neozelandeses poderão voltar ao país. Na primeira etapa, que começa no dia 27 de fevereiro, aqueles que estiverem na Austrália poderão retornar à Nova Zelândia. Duas semanas depois, todos aqueles que estiverem em outro país no mundo podem retornar. Estes poderão entrar sem a obrigatoriedade de uma quarentena em hotel. A quarentena vai ser levantada progressivamente, de acordo com a origem dos imigrantes e sua finalidade no país. A ideia é que até outubro a obrigatoriedade da quarentena seja suspensa para aqueles que estiverem totalmente vacinados.
- E o preço das passagens aéreas para viajar no carnaval subiram e chegaram a alta de 79%. O levantamento foi feito pelo site de busca Viajala.com.br. Dentre os destinos mais buscados, estão Santiago do Chile, Montevidéu e Buenos Aires.
- E a Espanha deixa de exigir o uso de máscara ao ar livre a partir desta semana. A medida foi tomada com base na taxa de contágio atual do país, que vem caindo gradativamente. Atualmente, cerca de 91% da população acima de 12 anos já foi vacinada, uma das melhores taxas da Europa.
- E o diretor da OMS para a Europa declarou essa semana que projeta um longo período de tranquilidade da pandemia no continente. Durante entrevista coletiva concedida esta semana, Hans Kluge disse que o “cessar-fogo” se deve à vacinação e a baixa letalidade da variante ômicron, a mais contagiosa até o momento.