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Os impactos da nova tabela do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 começam a ser percebidos nesta semana no contra-cheque dos assalariados que ganham até R$ 5 mil brutos por mês.

Eles estarão totalmente isentos do imposto e aqueles com renda de até R$ 7.350 terão redução gradual do imposto retido na fonte. As mudanças começam a valer para os salários pagos a partir de janeiro, com reflexo a partir do pagamento de fevereiro. Quem ganha acima de R$ 7.350 continua seguindo a tabela progressiva de descontos do imposto atual, até 27,5%.

Matrículas Fies

Aprovados ou matriculados em uma universidade particular já podem consultar as vagas disponíveis para o primeiro semestre do FIES 2026, o Fundo de Financiamento Estudantil, em mais de 1.400 faculdades e universidades. São mais de 607 mil financiamentos com inscrições de graça, que começam na próxima terça-feira e vão até 6 de fevereiro. Para se inscrever, é preciso acessar o Portal Acesso Único de Acesso ao Ensino Superior.

Cada candidato pode escolher até três opções de curso, podendo fazer mudanças até o fim do prazo. Para se inscrever no FIES é preciso ter realizado o Enem a partir de 2010 com média de pelo menos 450 pontos nas cinco provas, além de não ter zerado a redação. Além disso, o candidato deve ter renda bruta familiar de até três salários mínimos por mês.

Com as inscrições até a próxima sexta-feira, o resultado dos selecionados está previsto para ser divulgado em 19 de fevereiro. Quem não for selecionado entra automaticamente na fila de espera para as vagas não ocupadas no Programa de Financiamento Estudantil. O ano de 2026 começou com um alerta vermelho para o clima.

Calor intenso em 2026

O mês de janeiro teve duas vezes mais focos de calor do que a média. Dados do INPE, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, revelam um aumento preocupante no número de queimadas. Somente nos primeiros 29 dias do ano, foram detectados mais de 4.300 mil focos de calor em todo o país.

O número é o dobro da média histórica para o mês e representa um aumento de 46% em comparação a janeiro do ano passado. É o sexto pior início de ano desde que o levantamento começou. Em 1999.

E o segundo pior da década. Atrás apenas do que foi registrado em 2024. A situação é mais crítica nas regiões norte e nordeste.

Impulsionada pela falta de chuvas, o Ceará aparece entre os estados mais afetados. O Giro de Notícias tem produção de Luciano Augusto e locução de Jayane Costa.