“E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu. E porei em vós o meu Espírito, e vivereis…” (Ez 37:13-14a)
A manifestação do Espírito Santo é vista desde a fundação do mundo. Ele se movia sobre as águas e seu poder organizador trazia ordem sobre tudo que estava deformado. E desde a eternidade, o movimento desse vento impetuoso age transformando ambientes e alterando destinos. Toda estrutura física sob a ação do Espirito muda sua “rota”. No vale de ossos secos era Ele. O Espirito soprando vida, alterando a rota do caos e agindo sobre o que estava quebrado. Aquele vale de ossos secos éramos nós. Era a minha essência estéril somada a estruturas emocionais completamente desconectadas com a dos sonhos de Deus. Estávamos quebrados e sem condições alguma de manifestarmos vida. Mas Jesus viu a morte em mim e o sopro do seu coração movimentou, reconectou minhas partes quebradas ao seu propósito. Eu fui restaurada e hoje não carrego mais um ambiente de morte, mas carrego a vida do cenáculo; um lugar que experimentou o sopro do Espirito não para reviver, mas para manifestar labaredas de um avivamento. Seja no vale ou no cenáculo, o vento do Espirito será a essência que transformará estruturas sequíssimas em um ambiente de glória.