"Essa é a questão das histórias: elas nunca acabam de verdade, não é?"
Nem toda história acaba quando necessariamente deveria. Isso pode ocorrer por pressões de mercado e fãs. Matrix Resurrections (2021) tem a oportunidade de continuar sua história, seja com pressão ou não, contando com a diretora Lana Wachowski, que deu vida ao primeiro Matrix ao lado de sua irmã.
Matrix Resurrections (2021) surge como uma novidade inesperada, seja para o bem ou para o mal. Ao mesmo tempo que trabalha o sentimento de nostalgia de forma bem direta, colocando até as cenas dos filmes anteriores em tela, o filme desconstrói bastante do que existia previamente definido para o mundo de Matrix, ao ponto de conseguir incomodar fãs incontestáveis. Mas seria isso necessariamente um problema?
O Enquadrando vem aqui para trabalhar o filme de forma inesperada também, apontando diversos acertos e entendendo a metalinguagem utilizada pela diretora. Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar (Acabou de Acabar) e Rodrigo Carvalho, tomam a pílula vermelha mais uma vez, e discutem o filme novo da franquia sob diversas perspectivas, abordando alguns assuntos como:
- A responsabilidade de quem tem alcance
- A escolha de Matrix como Video Game
- Por que nenhum tiro é acertado?
- Será que teremos continuação? De onde ela partirá?
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