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"Sabe, Utivich? Acho que essa pode ter sido minha obra-prima."

Em meio a polêmicas recentes onde um influenciador e um deputado pode ter defendido a existência de um partido nazista, o Enquadrando vem falar de um filme que coloca um ponto de vista bem definido sobre o tema: Bastardos Inglórios (2009); e não, não há motivos para defender a existência de um partido nazista. E para isso, trazemos a catarse de Quentin Tarantino sobre o tema, onde não basta matar um nazista, é necessário fazer com que ele sinta a falta de humanidade que ele fez outros sentirem.

Tarantino não somente apresenta sua visão sobre a glória da guerra, mas também usa do hiper-realismo para contar como a história poderia ter sido escrita. E ao mesmo tempo, continua aproveitando o tema para impor sua linguagem autoral e trabalhar as suas principais referências para o cinema. Mas não se engane, onde ele contempla a existência do cinema como forma de trabalhar contra o opressor, ele também apresenta sua crítica aos interesses norte-americano pós segunda-guerra, junto com a famigerada Paperclip Operation.

Nesse episódio, Daniel Cavalcanti, Fabio Rangel, Gabriel Gaspar e Rodrigo Carvalho discutem sobre o filme, colocam seus pontos de vista e debatem sobre diversos pontos do filme, incluindo:

- A representação da invasão Alemã na França;

- A metalinguagem e crítica ao estadunidense;

- Referências de Bastardos Inglórios

- Do que é feito um appelstrudel?

- E o softpower!

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