O texto discute a relação entre linguagem, intencionalidade e o problema da inteligência artificial, com foco especial na teoria de John Searle. Explora-se como a análise dos atos de fala, originada com John Austin e desenvolvida por Searle, revela a intencionalidade por trás da comunicação humana. A teoria de Searle é contrastada com os avanços recentes em Modelos de Linguagem Grandes (LLMs), argumentando que, apesar da sofisticação na geração de texto, essas ferramentas carecem de verdadeira intencionalidade devido à sua natureza formal e ausência de experiência no mundo real. Portanto, o artigo conclui que, seguindo os argumentos de Searle, os LLMs não possuem intenção comunicativa, sendo apenas resultados probabilísticos.