De longe ela parece mais uma executiva, jovem, bonita, inteligente e com uma carreira de sucesso. Quem não a conhece pode até imaginar que sua jornada foi exatamente como sonhou. Só que não… Muita água passou embaixo da ponte. Mas na verdade, acredito que foi isso que a fez tão especial.
Na minha opinião, podemos usar suas atitudes para exemplificar a empatia, a competência do século que representa as pessoas que se conectam com a gente e conseguem demonstrar que entendem exatamente o que estamos sentindo. Mas eu adicionaria uma competência ainda maior: “a arte de encantar". Uma capacidade que exige humildade para fazer o outro (qualquer pessoa) se sentir alguém muito especial.
Eu tive o privilégio de conhecê-la ainda bem jovem na Accenture. É muito comum você trabalhar na consultoria e admirar os profissionais à sua volta. Mas mesmo entre pessoas diferenciadas, eu ouvia falar coisas incríveis sobre a Dani, principalmente sobre a capacidade de relacionamento com as pessoas da empresa e do cliente. Imaginem o valor que isso tem para uma empresa de serviços? Quem não quer se sentir especial? A confiança é a base para qualquer negócio saudável, e exige verdade. E isso ela tem de sobra.
Hoje, mais madura, mãe do Gugu e minha amiga, ela está fazendo um trabalho lindo como Diretora de RH da Bauducco. Está levando a transformação de uma cultura com leveza e o respeito que o ambiente precisa. Valorizando a história, reconhecendo o legado, mudando ora um detalhe aqui e outro ali. Mas imprimindo suas crenças e contagiando as pessoas.
Ah, mas você deve estar se perguntando qual o papel de uma Líder de RH em uma transformação. É justamente esse, influenciar e conduzir para o BEM, regando o que é Belo, colocando em Bold tudo aquilo que é BOM, para que todos sejam BIG.
Quer saber como é possível ser feliz contribuindo com a felicidade do outro?
Ouça nosso episódio. Você vai se encantar!