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Na última semana o Bolsonaro decidiu fazer uma reforma ministerial, e o movimento tirou do lugar os três comandantes das forças armadas e do ministro da Defesa. Chamar de reforma ministerial parece até um eufemismo: a saída dos comandantes e do ministro da defesa de Bolsonaro trouxe à tona uma tentativa de personalizar, privatizar, o exército. Foi uma tentativa de golpe? 

Atualmente há mais de 2.500 militares no governo. A relação da república com as forças armadas vem de longe, mas qual deveria ser o equilíbrio entre política e militarismo? Esse cabo de guerra está tensionado há muito tempo. Quem sabe qual a causa do tenentismo? Em 2022 o movimento tenentista completa 100 anos, e, apesar do presidente ter semelhanças com o movimento, são aproximações degeneradas.

Quantas horas um funcionário  pode trabalhar por dia, e o Bolsonaro? No podcast a gente também falou quantas horas por dia o presidente trabalha, segundo a agenda oficial.

Participaram desse episódio: Mariana Capelo, Luiz Capelo e Antônio Capelo