Por Walter de Lima Filho.
Ignorar os erros cometidos no passado é condenar o presente a repetir ruínas, mas aprender com eles é transformar as dores da história em lições para a nossa caminhada de fé.
A história não é um fardo a ser esquecido, mas uma biblioteca de lições. A prudência consiste em reconhecer, nos tropeços dos nossos antecessores, o mapa dos caminhos que a sabedoria divina nos chama a não trilhar mais.
Atentemos aos sinais apontados por Jesus, a fim de perseverarmos nos caminhos de Deus, antes que “a porta” se feche. O juízo divino nos dias de Noé não foi um ato de fúria cega, mas a resposta de um Deus de coração partido e enlutado, diante da corrupção total da liberdade humana.