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Vídeo gravado recentemente em escola pública do Rio de Janeiro mostra centenas de crianças no pátio da instituição assistindo algo desprezível em todos os sentidos.
Com máscara encobrindo o rosto, uma mulher que se diz "dançarina" simulava movimentos de galope com forte apelo sexual ao som de um funk pancadão, cujo trecho da letra diz: "galopa, galopa, depois senta e rebola".
No início da aberração, intitulada "Cavalo tarado", um integrante do bando põe a cabeça entre as pernas da desonrosa figura.
A modalidade criminosa recebeu pouca atenção da mídia, culpada em grande parte pela decadência da cultura brasileira ao estimular ações nocivas classificando esse tipo de comportamento como "diversidade cultural".
Necessário se faz dar um basta definitivo nessas bestialidades enquadrando na forma da lei os "artistas" responsáveis pelo "conjunto da obra".