No mundo antigo, execuções eram algo trivial. Ocorriam com chocante frequência e variavam de acordo com os crimes cometidos pelo indivíduo a quem se desejava punir.
Haviam punições rápidas que visavam fazer com que o criminoso morresse de uma vez, poupando-o de humilhações e constrangimento. Esses eram geralmente resolvidos com golpes desferidos contra a cabeça que resultavam em uma "morte limpa". Justiça célere, como diziam alguns juristas medievais.
Outras mortes, no entanto, podiam ser mais elaboradas, tornando-se verdadeiros espetáculos sangrentos no qual o transgressor enfrentava horas ou mesmo dias de absoluto sofrimento. A execução nesses casos não visava apenas a morte, mas era uma lição a ser aprendida pelos demais criminosos em potencial: "Façam o que ele fez, e este será o seu fim".
Ela provavelmente se inicia nos tempos do Império Assírio, que se estendia desde as costas do Golfo Pérsico até o que hoje é a Turquia e o Egito. Sua civilização foi um dia majestosa; marcada por conquistas, realizações e monumentos impressionantes que os tornaram famosos em todo mundo antigo. Em um momento de sua existência, ele constituiu o maior e mais influente Império do mundo. Isso ocorreu entre o ano 900 a. C e 600 a.C, aproximadamente, quando a grande civilização, uma superpotência tecnológica impulsionada pela riqueza de seus mercadores e à crueldade de seus exércitos atingiu seu ápice.
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Fonte: Mundo Tentacular