"Identidade", de Jorge Aragão, mais do que grito é clamor - pelo reconhecimento dos direitos inerentes à plena existência identitária do indivíduo, assim como pelo brio e pela dignidade de todo o ser humano -, em forma de canto.
“Quem cede a vez não quer vitória
Somos herança da memória
Temos a cor da noite
Filhos de todo açoite
Fato real de nossa história"