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Description

Um dos elementos simbólicos recorrentes do Grande Sertão: Veredas é a “canção do Siruiz”, uma cantiga entoada pelos jagunços, que não sai da memória de Riobaldo, e é evocada várias vezes por ele ao longo da narrativa.

“Corro os dias nesses verdes,

meu boi mocho baetão:

buriti – água azulada,

carnaúba – sal do chão...

Remanso de rio largo,

viola da solidão:

quando eu vou p’ra dar batalha,

convido meu coração…”

Canção de Siruiz: Poema de Guimarães Rosa e música de Wilson Dias