Dia desses, na companhia de minha Mãe, revisitava um livro que guardo com muito carinho entre os mais significativos da minha estante, “Faz Escuro mas eu Canto” (14ª edição, 1996, Civilização Brasileira), adquirido com a dedicatória do autor, Thiago de Mello, em um domingo ensolarado que tive o privilégio de conhecê-lo, ouvi-lo e abraçá-lo. O poeta amazonense nos deixou fisicamente, aos 95 anos de idade, no princípio deste ano (em 14 de Janeiro de 2022), mas segue vibrante no coração de muitos de nós. Que para vocês faça tanto bem quanto fez para gente ouvi-lo em “Os Estatutos do Homem” (páginas 19 à 22 da edição citada), escrito em 1964, quando estava exilado no Chile.