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“Eu sei quando parar”, será mesmo?

Você já disse isso alguma vez?

“Eu tenho controle.”

“Eu sei quando parar.”

Quase todo mundo diz.

No consultório, isso se repete muito.

E não vem de gente “descontrolada”.

Vem de pessoas inteligentes.

Bem-sucedidas.

Responsáveis.

O problema não é o álcool.

É o que ele está fazendo por você.

No cérebro, o álcool diminui a dor.

Silencia a vergonha.

Acalma o medo de não ser suficiente.

Mas cobra um preço.

Sono ruim.

Irritabilidade.

Ciúme exagerado.

Dificuldade de sustentar presença emocional.

No caso que eu atendi, não era falta de amor.

Nem falta de dinheiro.

Era falta de sobriedade emocional.

A parceira não queria um provedor.

Queria um companheiro inteiro.

Presente.

Confiável.

Quando colocamos os números no papel, veio o choque.

Não pela quantidade apenas.

Mas pela função que o álcool tinha:

fugir de si.

Neurociência explica:

o corpo busca anestesia quando não sabe se regular.

E aqui vai a verdade dura:

um copo de bebida pode estar decidindo por você.

A boa notícia?

Quando você aprende a silenciar o seu Corpo de Dor,

você não precisa mais se anestesiar com o prazer imediato.

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Com carinho,

DONA ANA 💕🌿

Ana Paula da Rocha Lima

Psicóloga, CRP-08/15011

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