Se a pessoa Desinteressada fosse falar, ela diria isso.
Nem toda pessoa que se afasta está com medo.
Algumas simplesmente… não estão interessadas.
E isso não tem nada a ver com você ser “bom o suficiente”.
A pessoa desinteressada deixa sinais desde o começo:
Ela diz que não quer nada sério.
Ela responde quando quer.
Aparece quando é conveniente.
E some quando sente cobrança.
Não é trauma.
Não é ferida.
Não é evitamento.
É só o corpo dela dizendo: “não criei vínculo”.
Do ponto de vista da neurociência, é simples:
Química neutra = pouco vínculo.
Pouca dopamina = pouca motivação para aproximação.
Pouca ocitocina = pouca conexão.
É por isso que ela não fantasia futuro, não cria planos e não teme perder você.
O sistema nervoso dela não está envolvido.
E isso pode confundir muito a pessoa que atua no Apego Ansioso.
Porque a pessoa ansiosa lê educação como interesse.
Gentileza como conexão.
E presença momentânea como vínculo.
Mas, na prática, a pessoa desinteressada só está confortável… e não comprometida.
A boa notícia?
Isso não define o seu valor.
E mais: a pessoa desinteressada pode amar.
Ela só ama quando algo faz sentido o suficiente para ativar o envolvimento e isso não acontece porque você “merece mais” ou “menos”, mas porque cada pessoa responde de forma diferente ao vínculo.
A chave para não sofrer com isso?
Entender o seu tipo de apego.
Apego claro = escolhas claras.
Apego regulado = relações leves.
Se você vive essa confusão, talvez seja hora de descobrir onde VOCÊ está se perdendo e não onde o outro está errando.
👉 A assinatura “Descubra seu Tipo de Apego - Transforme seu Relacionamento” foi criada exatamente pra isso, para te tirar desse ciclo e te levar para relações que realmente acontecem. O link está da bio.
Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011
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