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Deus do mundo, Deuses, Deus do infinito

A diferença do criador para o que sempre esteve lá: o criador – do mundo e o infinito O concebível – é o que geometriza, o que cria com seu pensamento – e aí podem entrar as hierarquias; O inconcebível – é aquele que emana, que não vibra, que não tem cor, nem forma, nem cheiro, nem nada. O onipresente ainda é o que nos observa, nos molda, nos conduz, nos dá arbítrio, mas pune... O inominável é impessoal, inatingível...  Livro branco - primeiro os mistérios, depois, necessariamente entrada na conquista de si mesmo, que alguns pensam em encarnações, mas podem ser camadas da consciência e, por fim , há um descortinar, uma abertura, uma compreensão.  Livro Azul - 307 - primeiro, eu tirei deus de muitos, deixei eles sozinhos. No entanto, a ideia da essência e de um princípio de emanação infinita, precisa existir.  Verde - p. 48 sem culpa, sem carma...  Linha geral Quando vamos descobrindo a possibilidade da espiritualidade como a manifestação de Deus, da divindade em todas as coisas, denominamos isso panteísmo. O panteísmo tem a manifestação de Deus em todas as coisas, em todos os lugares e aí vem o panteísmo místico, porque quando eu encontrar isso eu chego a entender que quando eu busco essa divindade e aí está o misticismo, a busca pelo encontro, pela fusão com a divindade e com esse nível de divindade, quando eu busco no panteísmo místico a minha realização, é uma maravilha. Esse é o maior sentimento, a melhor prova de que existe uma força superior que se manifesta. É um momento de grande felicidade, de grande abertura, de grande evolução. Vem uma sensação de agradecimento profundo de estar imerso, de estar no lugar certo fazendo a coisa certa. E de estar no lugar certo. Logo a seguir, vem um desconforto, quando as próprias hierarquias nos mostram que existe algo além ou então quando um mestre iluminado diz que o mundo é Maya, o mundo é uma ilusão. O mundo é uma ilusão quando entendemos, do ponto de vista filosófico, que o aspecto material, a vida material é essa separação da perfeição e da divindade. Mas e se a própria divindade conhecida, o criador de fato for a própria ilusão? Esse questionamento nos traz uma agonia e destrói um pouco daquela maravilha. E aí, de um ser que se conecta ao todo, fica perdido, crítico e louco, pois as estruturas que antes acreditamos perdem o sentido. Alguns denominam isso de Matrix e vivem outra ilusão, pensando que descobriram a chave que pode ser a grande revelação, de que o mundo é uma ilusão e há outro mundo ao qual podemos nos coligar.   Exercício Então, se nós verdadeiramente nós conectamos com o superior, com esse nível acima desses conflitos, ficamos livres da ideia de lutas e sofrimentos. Ficamos livres até mesmo da ideia de erros ou acertos e podemos pegar essa força para vivermos mais plenos e felizes. Agora mesmo, podemos fazer esse exercício de conexão profunda, no qual nos despojamos de toda resistência e de todo conflito e deixamos essa luz de nosso centro nós atingir. Respiramos, sentimos essa luz, ela vem, nos toca, mas se espalha horizontalmente assim que atingir nosso cardíaco.