Um espectro ronda a praia! Ou rondaria, caso meus planos de me transformar temporariamente em um fantasma não tivessem sido frustrados por uma indefensável diversão. Em clima do mês das bruxas, abro com uma lenda urbana local e inundo o miolo do episódio com sangue oriundo de duas histórias que provam, mais uma vez, que eu sou muito burro. Acho que a conclusão amarra bem todos os temas apresentados. Ou não. Talvez. Não sei. Na verdade, nunca se sabe.